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Desde que surgiu a hipótese do Vulcão de Nova
Iguaçu em 1980, formou-se uma expectativa e um desejo
de valorização ecoturística da região
da Varginha (antigo nome da pequena planície no vale
formado entre a Pedreira Vigné, Pedra do Quilombo ou
Contenda e o divisor de águas do vale do Levi) através
da divulgação da existência de uma cratera
vulcânica de um vulcão extinto. Esta possibilidade
levou inclusive à renomeação de parte
da Serra do Madureira para Serra do Vulcão.
Embora os sinais de atividade geológica sejam evidentes
e singulares, não apontam contudo para a existência
do cone vulcânico alardeado para o consumo imediatista
da paisagem, que antes de valorizar o local, desqualifica
a história e o relevo presente muito mais interessante
conforme demonstrado no projeto Caminhos
Geológicos
desenvolvidos pela Diretoria de Recursos Minerais
do Rio de Janeiro(DRM), uma iniciativa pioneira em
destacar os atrativos geológicos do estado que junto
aos trabalhos produzidos por Motoki et. al , trazem
importante contribuição sobre o tema:
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| Fonte: |
| Akihisa
Motoki |
| Departamento
de Mineralogia e Petrologia Ígnea, |
| Universidade
do Estado do Rio de Janeiro. |
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| Rua
São Francisco Xavier 524, Bloco A, Sala 4023,
Maracanã, |
| Rio
de Janeiro, RJ, CEP. 20550-990. |
| e-mail:
vulcaodenovaiguacu@yahoo.com.br
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Rumo
da educação ambiental com base na geológica
regional de Nova Iguaçu, RJ: de acordo com desenvolvimentos
científicos ou desejos populares do vulcão
? |
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Reavaliação
do modelo genético do Vulcão de Nova Iguaçu,
RJ: origem eruptiva ou intrusão subvulcânica
? Revista Escola de Minas, Ouro Preto.
(in press) |
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